Dia: 30 de outubro de 2016

Transição à uma nova ditadura

Por Luis Felipe Miguel no Blog da Boitempo Assim como sofremos um golpe de novo tipo, estamos vivendo o início de uma ditadura de novo tipo – a palavra “ditadura” pode parecer excessiva, mas é exatamente disto que se trata. Entrei na universidade no mesmo mês em que um civil voltou à presidência da República no Brasil. Depois de mais de vinte anos de regime autoritário, estávamos frente à possibilidade de reconstruir um governo baseado na soberania popular. Esta conjuntura impactou o ambiente em que eu estava entrando; em toda a minha formação acadêmica, da graduação ao doutorado, um tema central de debate, se não o tema central do debate, foi a transição à democracia. Pois na quadra atual da vida brasileira, uma nova agenda de pesquisa se abre: a transição à ditadura. A palavra “ditadura” pode parecer excessiva, mas é exatamente disto que se trata. Sem discutir extensamente o conceito, é possível afirmar que “ditadura” remete a dois sentidos principais, aliás interligados. Por um lado, como oposto de democracia, indica um governo que não tem autorização popular. Por outro, em contraste com o império da lei, sinaliza um regime em que o poder não é limitado por direitos dos cidadãos e em que a igualdade jurídica é abertamente desrespeitada. O Brasil após o golpe de 2016 caminha nas duas direções. A destituição da presidente Dilma Rousseff, sem respaldo na Constituição,...

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O amor de pessoas inteiras enriquece a relação

Por Flávio Gikovate na Revista Pazes Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor. O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar. A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte...

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Assim o Pentágono vê o mundo em 2030. É isso que queremos para nós?

O nosso mundo pode mudar? Pode se tornar mais insano, mais desigual, mais odioso? Pode ser mais igualitário, mais fraterno, melhor? O The Intercept traz essa reportagem para nos chamar atenção sobre que mundo queremos… O mundo dos ricos dos EUA que em nome de seus interesses criam conflitos no mundo todo ou um mundo melhor? Foi isso que eles forjaram no mundo, infelizmente… Só que não sabem como lidar com o monstro que criaram. Somos nós que precisamos mudar radicalmente nosso modo de vida e deixar de ser conduzidos pelo que essas pessoas querem. Com menos ódio, menos conflito, com mais solidariedade, igualdade e fraternidade. É disso que precisamos. Que o humano que está em nós desponte livre… Esse é um Filme secreto que é usado em treinamento militar nos EUA. Está sendo é revelado. Os EUA preveem que, em 15 anos, metrópoles estarão devastadas e caóticas. E querem preparar-se para guerrear nestas condições extremas. Que as guerras promovidas pelos EUA neste século devastam cidades, inviabilizam países e instalam situações de caos permanente, já se sabia. Porém o site The Intercept, de Glenn Greenwald, acaba de obter uma informação chocante. Este cenário de desumanização brutal é o que o Departamento de Defesa (“Pentágono”) — órgão que coordena as forças armadas norte-americanas — prevê, de forma “inevitável”, para as metrópoles do mundo todo, já em 2030. A distopia está expressa...

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