Eu… acredito na cura gay. Sabe quando essa cura ocorre?

Quando, como vi hoje em uma postagem, o pai pede que o filho dê um beijo no namorado para ele tirar uma foto.

Também ocorre quando o neto pergunta para a avó: “O que a senhora faria se eu trouxesse meu namorado aqui na sua casa?” E a avó responde: “Café.”

Ou quando alguém pergunta a uma pessoa: “O que você acha de um homem se casar com outro homem ou de uma mulher se casar com outra mulher?” E a pessoa responde com outra pergunta: “Vai ter bolo?”

A cura ocorrerá por completo, quando a culpa impingida desaparecer; quando o caráter prevalecer sobre a sexualidade; quando a felicidade sem medo for alcançada; quando for possível ser feliz sem pensar em pecado; quando a tolerância prevalecer.

A cura virá quando o peso das costas puder ser finalmente retirado; quando acabar o sentimento de ser um estranho no ninho; quando todos forem igualmente amados independentemente da sua natureza; quando o mundo conhecer o real sentido da palavra “respeito”.

Dessa cura precisamos todos nós. Pois quando aceitamos que o outro seja… simplesmente seja… do jeito que ele é, o mundo fica mais fácil.

Copiem… levem adiante a receita da “verdadeira cura gay”.

Por Selma Moraes Peres no Facebook