Marcha ré ao som das botas…

Por Professor Renato Uchôa no Facebook Lá… Vem. Lá se vai à marcha da família, que não sente frio e fome. Não ajuda ninguém. Maior parte deles responde ao pedinte, com fome e sede, vai trabalhar vagabundo. Bandido bom é bandido morto. Não existe desconto, a não ser para os deles. Enterrado de cabeça pra baixo, de preferência. Depois o cara volta. Passa a carteira Mané. É a educação da navalha, o corte profundo da raiva e revolta pelos séculos de exploração, de exclusão e miséria. Tem um tanto disso na violência, queiramos ou não. E muito mais dos inquilinos dos palácios. Quando não queimam os índios e mendigos, os filhos bem “educados”, que passeiam nos carros de luxo nas ruas e avenidas do Brasil a 150 km/h, alimentam os morros, vielas, casas de luxo no comércio “solidário das drogas”. Criticam as boas Universidades públicas, não menos de um milhão por cabeça oca pra estudar medicina de graça. E acham graça. A favor da pena de morte, do trucidamento das camadas oprimidas. Amarrar o cara no poste é chique, não precisam mais do psicanalista para trabalhar o mundo obscuro, preconceituoso, tenebroso e raivoso. Raquel Sheherazade (e bota uma floresta de pau oco) é uma boa santa. De preconceito. Não cobra pela consulta. A mídia espetáculo de horror, que tem rios de verbas garantidas (não compreendo) do governo federal, nos...

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