Pizzolato e todos os condenados pelo “Mentirão” da Globo e de Joaquim Barbosa foram julgados por um “crime” que não existiu.

Além de estarem nos autos do processo todas as provas que mostravam que os serviços a que se destinavam as verbas de patrocínio da Visanet foram devidamente realizadas, os Procuradores da República e o Relator do processo Joaquim Barbosa ignoraram outras provas que mostravam os verdadeiros responsáveis pelo contrato de patrocínio com a Visanet e o Banco do Brasil.

Vejam só o contrato que existia com a Globo que também estava nos autos, mas, que em nenhum momento veio a público. 

A Globo pagava à DNA de Marcos Valério o “BV”, o Bônus de Volume, que nunca poderia ser considerado dinheiro público e muito menos ter sido desviado, pois se trata de uma relação particular entre duas empresas privadas, a Rede Globo e a DNA. No entanto o STF condenou Pizzolato  e consequentemente todos os envolvidos no processo por este “crime”.

Um absurdo jurídico que vários juristas denunciaram e que queremos seja mais uma prova dos vários equívocos que levarão o STF à revisão criminal desse processo.

Não só Pizzollato, como também, Zé Dirceu, Delúbio e Genoíno merecem depois de terem sido presos de forma injusta e enxovalhados pela Globo e toda a mídia corporativa que todas essas provas venham a público e sejam mostradas uma a uma pelo próprio STF.  Nunca houve dúvida alguma da inocência deles! Os autos sempre mostraram a verdade!

Vejam uma das provas que foram ocultadas na época do julgamento pois prejudicaria as condenações.

CONTRATO SIGILOSO ENTRE A REDE GLOBO E A DNA DE MARCOS VALÉRIO

Os valores pactuados pertenciam EXCLUSIVAMENTE à DNA e era VEDADO repassar qualquer quantia oriunda deste contrato ao Banco do Brasil.

No item “GESTÃO” (ao final da página) está bem definido que foi a própria Rede Globo quem instituiu o PROGRAMA (= bônus de volume).

A íntegra deste contrato está na AP 470 no STF conforme os carimbos nas imagens comprovam. Fica óbvio que se trata de relação estritamente PRIVADA entre a Rede Globo e a DNA, como de resto qualquer valor que PARTICULARES do segmento publicitário – por extensão – pactuem como BV, o bônus de volume, por exemplo agendas, brindes e etc.

Nota fiscal da Rede Globo com o carimbo de conferência da DNA.