O que comemorar no 8 de Março? Nossa valentia…

Esse registro da antropóloga Paola Klug  reproduzido por Rui Sá no site Conti Outra é o texto com que quero homenagear todas nós mulheres. Mulheres que não tem medo de chorar e nem de se posicionar. Mulheres que vibram e se impõe. Mulheres que são contraditórias porque todos somos. Mulheres que erram porque errar faz parte do processo da vida. Mulheres que se importam com os outros e querem que o mundo seja melhor, para elas, para eles, para seus filhos e netos. Mulheres guerreiras, fortes e decididas. Mulheres que pensam e refletem. Mulheres que sabem esperar e que vão à luta. Mulheres que fazem e sofrem. Mulheres que são a diferença. Mulheres que amam, que sofrem, que riem e se divertem. Mulheres que são mulheres acima de tudo… “A minha avó dizia-me que quando uma mulher se sentisse triste, o melhor que podia fazer era entrançar o seu cabelo; de modo que a dor ficasse presa no cabelo e não pudesse atingir o resto do corpo. Havia que ter cuidado para que a tristeza não entrasse nos olhos, porque iria fazer com que chorassem, também não era bom deixar entrar a tristeza nos nossos lábios porque iria forçá-los a dizer coisas que não eram verdadeiras, que também não se metesse nas mãos porque se pode deixar tostar demais o café ou queimar a massa. Porque a tristeza gosta...

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